Serviços na nuvem vão duplicar nos próximos cinco anos

Pesquisa indica que pequenas e médias empresas lideram adoção do modelo para que possam ampliar oportunidades e ficarem em linha com as grandes organizações tecnologicamente.

As pequenas e médias empresas (PMEs) entendem cloud computing como uma forma de se igualarem tecnologicamente às grandes companhias, ainda que elas não tenham tantos recursos para incorporar tecnologias e investir na formação do time.
O aumento do uso da nuvem é indiscutível. Prova estão nos estudos publicados quase que diariamente sobre o assunto. Um dos mais recentes é um da Microsoft que identificou que os serviços pago em nuvem vão dobrar em cinco anos e espera-se que as PMEs consumam o triplo desse montante.
A pesquisa, conduzida pelo Edge Strategies, mostra que as PMEs vão para a nuvem como forma de expandir as oportunidades e estar no mesmo nível tecnológico que as grandes organizações. O levantamento indica ainda que 59% dos negócios que usam serviços de cloud pensam em ter um benefício significativo com a estratégia como produtividade. Em comparação com empresas que não apostam no modelo, as pequenas e médias empresas poderiam ter 30% a mais de produtividade, revela.
Apesar do ritmo lento da economia mundial, 63% das PMEs que utilizam serviços em nuvem esperam aumentar as vendas nos próximos 12 a 18 meses, enquanto 55% acreditam que a modelo ajudará nessa expansão.

As pequenas empresas em todo o mundo estão adotando esse tipo de serviço para obter esses benefícios e ficar à frente dos concorrentes, indica o estudo. Por esse motivo, 50% dos negócios pesquisados apontaram que a nuvem será muito importante para suas operações, enquanto 58% acreditam que trabalhar na cloud pode ser mais vantajoso para os negócios.
Entre os objetivos secundários que levam as empresas a se mover para a nuvem, além dos custos, estão mobilidade e segurança. Sobre a proteção do ambiente, apenas 20% acreditam que os dados estão menos seguros na cloud quando comparados aos sistemas implementados on premise (dentro da empresa).

Entre os entrevistados que atuam em pequenos negócios, 49% realmente acreditam que a informação é tão segura na nuvem quanto em seus próprios sistemas.
Apesar de todas essas vantagens, muitas PME estão relutantes em mover-se para esse ambiente. Assim, mais de 60% dos entrevistados indicam que têm recursos para implementar novas tecnologias, enquanto 52% não possuem dinheiro para fornecer treinamento aos seus funcionários. Apesar de tudo isso, 56% das pequenas e médias empresas mostram preferência para a compra de serviços de TI em nuvem a partir de um único fornecedor.

Fonte: Computerworld/Espanha

Promoções Microsoft Vigentes

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Brasil tem pior índice de e-mails comerciais não entregues

Empresa especializada em certificação de mensagens eletrônicas revela que País tem "taxa de entregabilidade" 11% menor que a média mundial; setor de games apresentou piores números.

Entre os e-mails comerciais enviados no segundo semestre de 2011, 35,5% não chegaram à caixa de entrada dos destinatários no País; os demais 64,5% das mensagens foram enviadas com sucesso. Esse número ainda está abaixo da média mundial de 76,5% e, apesar da melhora de 0,5% em relação ao primeiro semestre do ano passado, o Brasil tem um dos piores índices de entregabilidade de e-mails no mundo.

Os dados são do “Estudo Global de Entregabilidade de E-mail, Segundo Semestre de 2011”, realizado pela Return Path, companhia de certificação de e-mail. Entre as mensagens que não foram entregues, 22,4% foram direcionadas para pastas de spam ou lixo eletrônico, e 13,1% foram bloqueados pelos provedores de internet.

“Este levantamento mostrou, mais uma vez, que os profissionais de marketing seguem enfrentando sérias dificuldades na adoção das melhores práticas para envio de mensagens, o que reduz o alcance das campanhas de e-mail marketing junto aos destinatários”, afirma Louis Bucciarelli, diretor-geral da Return Path no País. “O Brasil ficou abaixo, por exemplo, da Ásia-Pacífico, região com o pior índice, que registrou 66,5% de e-mails ingressando nas caixas de entrada”, observa.

O estudo analisou a taxa de entregabilidade de e-mails em diferentes segmentos de mercado e descobriu que a indústria de games foi a que registrou o pior índice de entrega de e-mails em solo nacional, com taxa de apenas 40,1%, seguida por saúde com 68,6%, telecomunicações com 76,9%, varejo (79,4%), redes sociais (87,4%), e bancos (94,8%).

“A conclusão é que há uma enorme oportunidade para as empresas que trabalham com e-mail marketing de melhorar sua reputação, aumentar a taxa de entregabilidade, e mostrar melhores resultados a cada campanha”, completa.

EstudoSegmento de games apresentou as piores taxas de entregabilidade de e-mail

 

 

 

 

 

 

Pela primeira vez em três anos, houve uma sensível queda de 6% no cenário mundial durante o segundo semestre de 2011, trazendo a média global para 76,5% contra 81% no primeiro semestre de 2011, a pior já registrada desde que o estudo começou a ser feito pela companhia.

A taxa de 8,4%, de e-mails encaminhados para pasta de spam também foi recorde no segundo semestre, e o número de mensagens não entregues ou bloqueadas pelos filtros dos provedores chegou 15,1%, um índice 20% pior que nos seis primeiros meses do ano. “Estamos vivenciando tanto uma explosão no volume de mensagens quanto o aumento nos remetentes que não seguem as boas práticas para envio, o que está resultando em taxas menores de entregabilidade", diz Matt Blumberg, CEO da Return Path.

O estudo analisou dados de 1,1 milhão de mensagens e 142 provedores de internet em 34 países na América do Norte, Central e América Latina, Europa, África, Ásia e Ásia-Pacífico entre julho e dezembro de 2011. Confira o estudo completo neste link.

E-mail completa trinta anos

Primeira mensagem eletrônica foi enviada em 1965 pelo MIT. Hoje, é considerado um dos principais meios de comunicação. Veja a trajetória do serviço.

"E-mail" é um termo cunhado em 1982 e hoje, 30 anos depois, é uma das ferramentas mais utilizadas no dia a dia pessoal e profissional. Existem atualmente mais de 1,880 milhão de usuários que enviam e recebem cerca de 294 milhões de correios eletrônicos por dia. Destes, cerca de 90% é considerado spam, mas esse número está caindo nos últimos anos com a evolução de tecnologias para evitar a prática.

"As características de comunicação textual e assíncrona, e a capacidade de comunicação de um para muitos facilitou a propagação do e-mail. Com a evolução do serviço, tem-se incorporando novos recursos que facilitam a organização das mensagens, integração de mensagens com redes sociais, ou acesso ao e-mail a partir de dispositivos móveis”, aponta a Nexica, empresa de hosting. Veja abaixo uma breve trajetória do serviço.

A primeira mensagem eletrônica foi enviada em 1965, quando o Massachusetts Institute of Tecnhnology (MIT) introduziu o que viria a ser o primeiro e-mail da história, que estabeleceu as bases em 1977 para propor o RFC 733 como o protocolo padrão para envio de e-mail por meio da internet.
Em 1989, a IBM lançou o Lotus Notes 1.0, apenas um ano antes do início de ataques de spam. Em 1992, a Microsoft passou a comercializar o que é hoje uma das plataformas mais populares em empresas de todo o mundo: o Outlook.

O Hotmail, o primeiro serviço na nuvem, chegou em 1996, e a capacidade de incorporar múltiplas contas do Outlook aconteceu em 2003. Em 2007, um novo ator ingressou nessa cadeia. Foi o ano em que a Google anunciou o Gmail. De lá para cá, a gigante de buscas tem proliferado todos os tipos de provedores de e-mail em nuvem, e alimentado o acesso ao correio eletrônico a partir de smartphones e tablets.

E o que o futuro do e-mail espera? Daqui vinte anos poderemos avaliar a evolução dessa ferramenta.

Perda e roubo de dispositivos móveis ameaçam empresas

Estudo aponta que usuários de smartphones e outros aparelhos utilizam métodos simples de proteção para garantir segurança em um primeiro nível.

O crescimento sem precedentes do uso de dispositivos móveis e smartphones está resultando novas situações nunca antes vistas em segurança, com desafios para usuários, gestores de TI e empresas.

A perda, ou o roubo, de dispositivos móveis profissionais pode dar a chance de um criminoso explorar informações confidenciais, causando prejuízos não só financeiros como para a imagem da organização. Por isso, é necessário quantificar e analisar a evolução dessas ameaças para minimizar o impacto no trabalho ou na vida pessoal.

O Instituto Nacional de Tecnologias da Comunicação (Inteco), que atua na Espanha, fez estudo de segurança pública em dispositivos móveis e smartphones, que destaca esses novos paradigmas de tecnologia da informação e aponta que 65% dos usuários já utilizam o smartphone para acessar e-mail, download de aplicativos ou utilizar serviços de geolocalização, comportamentos generalizados, especialmente entre adolescentes e jovens.

Além disso, indica o levantamento, ficou mais evidente que smartphones são terminais mais avançados que permitem uma navegação fácil e confortável quando comparados a um telefone móvel convencional. Isso, juntamente com tarifas acessíveis de serviços de dados, faz com que os usuários usem serviços de correio, downloads ou aplicativos de geolocalização.

A faixa etária que mais frequentemente utiliza esses três tipos de serviços está entre os 15 anos e 35 anos. O resultado aponta que as pessoas mais jovens são mais conscientes sobre a segurança.

De fato, como acontece com os equipamentos tradicionais, executar ou utilizar programas de fontes duvidosas pode representar um risco à proteção. Cientes desse quadro, 91,2% dos usuários de smartphones afirmaram que fazem o download de aplicativos a partir de lojas oficiais.

O relatório divulgado pela Inteco também revela que houve uso generalizado do código PIN [senha composta por números] para a proteção do dispositivo móvel. Pratica realizada por 86,9% dos usuários. Além disso, também aumentou o uso de outras medidas preventivas, como sistemas de backup, recurso aplicado por 30,8%, e senha extra (15,6%), que inclui códigos populares após inatividade ou desbloqueio por padrões popularizados.

Principais ameaças

Incidentes relacionados com o novo ambiente digital e a conexão de dados estão-se tornando grande ameaça para usuários de smartphones. E é preocupante que, apesar do desenvolvimento e da evolução dos dispositivos móveis e das práticas de segurança, apenas 2,9% dos entrevistados disseram ter sofrido uma infecção por malware em seu telefone no segundo trimestre de 2011. A taxa é baixa em comparação com outro relatório da Kaspersky Lab que indica o aumento de 620% no número de malwares espalhados nos sistemas operacionais móveis.

Além disso, 6,6% relataram terem sofrido fraudes por meio do dispositivo móvel. No entanto, um a cada cinco usuários relatou ter perdido o dispositivo (19,4%) e 14,8% foram roubados. Os problemas tradicionais também foram transferidos para os novos dispositivos inteligentes e manter a sua hegemonia, apesar do surgimento de novas ameaças, é desafio constante das companhias.

Desta forma é importante ter recursos aliados a tecnologia para poder impedir que as informações contidas nos equipamentos seja utilizadas sem a permissão.

Outra situação é o custo dos equipamentos que muitas vezes é resolvido por um simples seguro de equipamentos eletrônicos, que já são ofertados por empresas especializadas neste ramo.

Grande Abraço!

Ajuste o horário de verão no seu ambiente, a OCI te ajuda!!

Ajuste seu computador o horário de verão

Este ano, o horário de verão no Brasil terá duração até o dia 26 de fevereiro de 2012 (domingo) sendo válido para regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país e estado da Bahia.*

*Se você não se encontra dentro da área de cobertura, veja abaixo.

O que fazer?

Se você é usuário do Windows Vista ou Windows 7 não é necessário nenhuma ação. O sistema operacional já está preparado para a atualização dinâmica.

Se você é usuário do Windows XP ou Windows 2003, para evitar transtornos nesse período, a Microsoft recomenda a atualização do seu Windows Update para a versão mais recente (dezembro de 2011) para que os ajustes de horário sejam feitos automaticamente e o recebimento das atualizações importantes do Windows não seja prejudicado. Clique aqui para saber como receber o Windows Update.

  • Eu não tenho o Windows Update mais recente habilitado no meu computador. O que fazer? Garanta a instalação do hotfix aqui (KB2633952) para ter o ajuste de horário com toda a segurança.

  • Caso você já tenha atualizado com o Windows Update de Dezembro de 2011 (KB2633952), seu computador já estará protegido, não sendo necessária a instalação do hotfix.

    Veja o Decreto Nº
    6.558, de 8 de
    Setembro de 2008

    2011 2012 2013 2014 2015
    De 16/10/2011
    a 26/02/2012

    De 21/10/2012
    a 17/02/2013

    De 20/10/2013
    a 16/02/2014
    De 19/10/2014
    a 22/02/2015
    De 18/10/2015
    a 21/02/2016

    Ajuste seu computador para o horário de verão

    Se o seu fuso horário estiver diferente do determinado para o seu estado, a mudança automática do horário de verão não ocorrerá, mesmo que o seu Windows Update esteja atualizado. Veja abaixo como ajustar o seu fuso horário corretamente. Para você habilitar o Windows Update no seu computador, sigua os passos abaixo:

    Como ajustar o fuso horário do seu computador

    Para ajustar ou verificar o seu fuso horário basta clicar com o botão direito sobre o relógio no canto inferior direito da sua tela e selecione "Ajustar data / hora" no menu que surge. Utilize a tabela para definir corretamente o seu fuso horário de acordo com o estado que você reside.

    Veja abaixo como é fácil instalar o Windows Update e faça agora mesmo

    Clique aqui

  • Lançamento do Office365 no Brasil

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    Finalmente o tão esperado sucessor do BPOS está disponível no Brasil para comercialização.

    Desde o dia 08/11/2011 já é possivel adquirir um dos diversos pacotes que a Microsoft disponibilizou dentro do portal. Alguns dos principais programas na nova versão são:

    • Exchange 2010 Online
    • Sharepoint 2010 Online
    • Lync Online
    • Office Web Apps
    • Office Professional Plus (apenas em alguns planos)

    Segundo Kirk Koenigsbauer, vice-presidente corporativo do Microsoft Office, no lado de pequenas empresas, a versão inclui os apps online do Office, opção de 1 até 25 usuários na nuvem, 25 GB de espaço em disco, e-mail móvel e calendário que podem ser acessados de qualquer navegador com HTML5, hospedagem e ferramenta simples para criação de sites e o Lync, que é uma espécie de Messenger só que com mais recursos. Tudo isso custa US$ 6 por mês para cada funcionário cadastrado no serviço.

    Para grandes empresas, há uma folga maior de espaço, que segundo Kirk pode ser ilimitado, possibilitando criar uma rede social dentro da sua empresa e a adição do Office Professional Plus. O valor pode varias entre US$ 2 até US$ 27 por mês.

    Se voçê já é usuário BPOS e quer ter a segurança da migração ou deseja experimentar o Office 365, entre em contato com a OCI (comercial@oci.com.br ou +55 19 3201-4638) e tenha todo o apoio necessário de uma empresa Certificada e especialista em Serviços de Nuvem Microsoft.

    Grande Abraço!!

    Capacitação é vital na adoção de virtualização

    Modelo traz facilidades de gestão, entre outros benefícios. Mas para usufruir deles,e evitar riscos, departamentos de TI precisam estar preparados.

    O processo para a implementação de uma infraestrutura virtualizada tem uma série de armadilhas. Torna-se importante gerir a ruptura com a situação anterior e não criar expectativas irrealistas. É preciso saber minimizar o risco e garantir o desempenho durante a implementação, a qual envolve, em grande parte dos casos, renovação de máquinas. Outras vezes, esquece-se a formação dos gestores de TI, crucial para usufruir dos benefícios. Algumas empresas usam a tecnologia como forma de reduzir custos, enquanto outras, em menor número, levantam a hipótese de se libertarem dos próprios recursos humanos.

    Virtualizar uma infraestrutura de TI significa mudar a base estrutural de toda a plataforma de computação. É de vital importância que os gestores de TI tenham conhecimento da gestão dessa infraestrutura quando ela começar a funcionar, já que a virtualização introduz uma série de riscos. Tanto quanto possível, convém que os profissionais estejam formados antes de “embarcarem” em uma implementação de virtualização completa.

    Os fornecedores de equipamentos devem oferecer muitas opções de formação específica – ou pelo menos aulas on-line.

    Além disso, torna-se importante aproveitar os períodos de avaliação disponibilizadas pelas plataformas de virtualização. Por exemplo, a matriz empresarial da Microsoft com o Microsoft Hyper-V Server pode ser baixada, instalada e executada totalmente gratuita. Pode ser um tempo inestimável para os gestores de TI se familiarizarem com as ferramentas de administração e as funcionalidades do ambiente proposto. Não há nenhum substituto para esse tipo de experiência prática.

    Também convém não cometer erros de principiante como deixar o ambiente de teste e formação tornar-se em plataforma de produção. Quando for a hora de colocar a virtualização em prática, pela primeira vez, é importante fazê-lo com uma instalação depurada de todos os componentes – e não com uma migração a partir de um ambiente de treinamento e testes.

    É essencial garantir ainda que esta não se limite ao universo do software. Vários aspectos do hardware são cruciais para uma implementação de virtualização: o número de interfaces de Ethernet, a escolha dos processadores, das memórias RAM, a localização do armazenamento partilhado – tudo contribui para uma boa solução.

    É de vital importância que os gestores estejam bem treinados na orientação das operações quotidianas e nas funções de suporte de ferramentas, como as interfaces de gestão componentes de armazenamento do tipo Storage Area Network (SAN), switches Ethernet ou Fibre Channel. Em um ambiente virtualizado, um erro em uma única porta de um só servidor pode afetar todos os servidores virtuais em execução no dispositivo físico.

    Segundo Vitor Baptista, da EMC, “nem sempre” as empresas têm consciência da necessidade de investir em formação, no âmbito de um projeto de virtualização. No entanto, formar os gestores de TI constitui um elemento crucial.

    “A adoção da virtualização implica na implementação de novas tecnologias, novas ferramentas e até novos processos. Sem a necessária formação e adaptação organizacional, a virtualização pode acarretar maior complexidade, menor eficiência e até resultar na adição de riscos e custos desnecessários”, explica o executivo.

    As tecnologias de virtualização “são na realidade bastante complexas” e se os recursos humanos não estiverem habilitados para tirar proveito das mesmas, muito potencial pode ser desperdiçado.

    Curiosamente, mesmo com as perspectivas de redução de custos prometidas pela virtualização, a formação é eliminada “como forma de reduzir custos do projeto”, sendo assumida como “valor acessório”, diz ele.

    Grande Abraço!

    Fonte: ComputerWorld
    Por Logan G. Harbaugh, da CIO/EUA

    TI nas Pequenas Empresas


    Um levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), analisou as taxas de mortalidade de micro e pequenas empresas. Ele demonstrou que 49,4% delas encerraram suas atividades com até dois anos de existência, 56,4% com até três anos e 59,9% não sobrevivem além dos quatro anos.

    Os números demonstram que, mais do que ajudar a sua empresa a crescer, o investimento em tecnologia pode ajudá-las a sobreviver nesse mercado agressivamente competitivo que temos hoje. Veja como a tecnologia pode melhorar as operações da sua empresa:

    Disponibilidade
    Investir em infraestrutura de TI pode aumentar a disponibilidade dos sistemas de sua empresa e criar um ambiente tecnológico mais organizado, eficiente e fácil de gerenciar. Por exemplo, um servidor equipado com o Windows Small Business Server fornece um local centralizado para armazenar e acessar dados, facilita a criação de uma cópia de segurança de todas as informações e ainda permite que você configure medidas de segurança para impedir ataques de hackers pela Internet.

    Produtividade
    A maior disponibilidade da infraestrutura de TI de sua empresa evita que os funcionários percam tempo com paradas no sistema. Além disso a utilização de um sistema operacional como o Windows, que é fácil de usar e já conhecido pela grande maioria das pessoas, também é um aliado e tanto para aumentar a produtividade da sua equipe. O sistema ainda inclui recursos para a sua segurança e privacidade, opções de recuperação avançadas e conexões de rede aperfeiçoadas. Outro aliado é o conjunto de aplicativos do Microsoft Office, que oferece soluções de processamento de texto e planilhas, entre outros.

    Comunicação
    A tecnologia também pode melhorar a comunicação na sua empresa, tanto entre os funcionários quanto com o clientes externos. Para isso, existem soluções como o Outlook, que integra o gerenciamento de e-mails, calendários, contatos e outras informações pessoais e de equipe e ainda oferece recursos para organizar mensagens e eliminar mensagens indesejadas. No servidor, as funções são complementadas pelo Exchange Server, também disponível no Windows Small Business Server, com integração total com dispositivos baseados no Windows Mobile e no iOS da Apple (iPhone e iPad).

    Relacionamento com Clientes
    No Microsoft Office, você pode utilizar o PowerPoint para criar apresentações e o Publisher para planejar e publicar facilmente peças de marketing e de comunicação. Além disso, na versão Small Business, o pacote oferece a ferramenta Business Contact Manager para gerenciamento dos contatos com seus clientes.

    Segurança
    Um bom servidor oferece ferramentas para proteger os dados de sua empresa contra ataques via Internet e ainda recuperá-los quando necessário. O Windows Small Business Server vem equipado com uma ferramenta de firewall interno que ajuda a impedir que invasores acessem a rede de sua empresa e arquivos importantes. Ele também oferece o Assistente de Configurações de Backup para ajudá-lo a criar e a implementar estratégias de backup de dados bem sucedidos. Além disso, é claro, é essencial ter uma boa solução de antivírus atualizada para proteger as informações.

    Benefícios de um Servidor

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    Um servidor pode trazer muitas melhorias e uma série de vantagens para sua empresa.

    Uma das primeiras que ocorrem é a criação de um local centralizado para armazenar informações. A consolidação das informações em apenas um local garante que todos saberão onde encontrar e ter acesso as informações de que necessitam para continuar produtivos. Isso também significa que é mais fácil realizar cópias de segurança e proteger estas informações de acesso não autorizado do que quando estão espalhados em uma série de estações individuais.

    Fornecer armazenamento centralizado e bem organizado de informações é apenas uma das vantagens de se instalar um servidor em sua empresa. Mas um servidor com o Windows Small Business Server pode fazer muito mais e as pequenas empresas estão cada vez mais ganhando eficiência com o uso de servidores.

    Organização
    Com a centralização de dados em um servidor, você poderá gerenciar melhor as informações de sua empresa. O compartilhamento de arquivos e dados entre dispositivos torna-se muito mais fácil, bem como a migração e sincronização de dados de um dispositivo para outro. Ao adicionar um servidor em sua empresa você pode fornecer acesso a documentos, planilhas, e-mails, site interno e outras informações a partir de qualquer lugar com acesso a Internet, utilizando um computador ou um dispositivo portátil. O Windows Small Business Server simplificou o método do acesso remoto às empresas.

    Colaboração
    Além de a rede baseada em servidor simplificar o compartilhamento de dados, o Windows Small Business Server vem acompanhado do Windows SharePoint Services que é um software para colaboração via Web. Com o SharePoint, você obtém um portal empresarial de intranet com uma interface amigável para organizar, publicar e compartilhar documentos, anúncios, eventos, calendários e links para recursos importantes para sua empresa. O Windows Small Business Server vem com o Exchange Server, um software servidor de e-mail que fornece uma solução completa de envio de e-mails pela Internet. O Exchange é integrado com o Outlook para agendar reuniões e conferências on-line. O Exchange também permite que as empresas usem um programa de e-mail baseado na Web denominado Outlook Web Access que oferece acesso remoto a e-mails, calendários e contatos.

    Mobilidade
    Os servidores permitem que funcionários externos autorizados tenham acesso a sua rede, possibilitando o compartilhamento de dados entre os que viajam, trabalham de casa ou fora da empresa. Através do Remote Web Workplace, os usuários do Windows Small Business Server podem obter acesso a dados do servidor pela Internet. Os funcionários externos também podem se conectar com a intranet da empresa pelo SharePoint. Isso sem falar dos dispositivos móveis com acesso a e-mails, contatos e agenda em tempo real, como se estivessem dentro da empresa.

    Segurança
    Dois recursos do Windows Small Business Server permitem que a empresa proteja melhor seus dados simplificando o backup e a restauração de informações críticas. Os recursos são a Cópia de Sombra e o Assistente de Configuração de Backup. O recurso de cópia de sombra permite que o usuário recupere versões anteriores do documento que esta trabalhando, sem a necessidade de restauração das cópias de backup. O Assistente de Configuração de Backup permite criar cópias de segurança completas do servidor de maneira simples e eficiente.

    Simplicidade
    O Windows Small Business Server permite que as empresas configurem novas estações de trabalho, acrescentem usuários e implantem novos aplicativos com maior rapidez e facilidade. Com o gerenciamento dos dados centralizado, você poderá coordenar melhor a administração deste estrutura além de implantar mais facilmente uma proteção contra vírus e detecção de invasão.

    Na hora de adquirir um servidor para uma empresa surgem diversas dúvidas, principalmente de dimensionamento. Equipamentos dimensionados de acordo com a necessidade do negócio, de boa qualidade e procedência, evitam prejuízos futuros. Para aqueles que dispõe de uma equipe de TI a tarefa é simplificada, mas para as pequenas empresas que não possuem esta estrutura disponível valer-se da ajuda de empresas ou profissionais especializados (em TI e de preferência no porte de sua empresa) custa bem menos do que se imagina e a orientação pode evitar surpresas desagradáveis no futuro.

    Hoje existe uma variedade enorme de fabricantes e configurações. Tenha em mente algumas questões básicas como Garantia e Suporte Técnico. Um dia você pode precisar destes serviços e é importante que a empresa tenha estrutura para te atender. Lembre-se que o servidor é um equipamento que irá funcionar no regime 24×7 e precisa ser confiável.

    As dicas e recomendações são muitas. Do espaço físico onde irá ficar o hardware, passando pelo seu modelo, até mesmo a marca do processador. É necessário levar em conta todas as variáveis, discutir e trocar opiniões com especialistas de TI e ao mesmo tempo em negócios como o seu.

    A OCI IT Services é especializada em pequenas empresas e pode auxiliar sua empresa a dimensionar e adquirir o servidor ideal para seus negócios.

    Especialista em TI


    Estabelecer um relacionamento com um especialista pode trazer tranquilidade
    Quando se trata de tomar decisões importantes sobre tecnologia, os pequenos empresários geralmente se encontram em uma posição difícil. Muitos não possuem o tempo necessário para realizar uma pesquisa detalhada sobre as soluções que poderiam beneficiar suas atividades. Também não possuem os recursos necessários para dedicar uma equipe a assuntos de tecnologia da informação (TI).

    Uma boa alternativa é contratar um especialista em TI com experiência em ajudar pequenas empresas a lidar com suas necessidades tecnológicas. E isso pode ser um desafio. Várias empresas de consultoria focam em grandes corporações, onde o comprometimento com TI é geralmente mais forte, e os potenciais de lucro são maiores.

    Entretanto isso esta mudando, a medida que mais empresas de tecnologia focam no mercado de pequenas empresas e desenvolvem uma rede de parceiros para garantir suporte às soluções que oferecem às pequenas empresas. Se você decidiu que precisa da ajuda de um profissional de TI, convém seguir uma abordagem de longo prazo, desenvolvendo uma verdadeira parceria com um especialista em TI para pequenas empresas. Dessa forma, você obtém assistência para seus problemas imediatos, e ao mesmo tempo, o especialista vai conhecer você e o modo como sua empresa opera. Juntos vocês podem desenvolver e implementar uma estratégia de TI que atenda aos seus planos futuros para sua empresa, inclusive do ponto de vista de planejamento de investimento.

    Encontre o especialista certo
    Existem várias qualificações a serem levadas em consideração ao selecionar um especialista em TI para criar uma parceria. Mas, de uma maneira geral você deve procurar profissionais certificados e com perfil mais adequado para sua empresa. É recomendável desenvolver um relacionamento de longo prazo com alguém que você tem certeza, fará o melhor para sua empresa. Você esta contratando um especialista em tecnologia porque você não tem tempo e/ou a experiência para investigar a solução sozinho. Isso significa que você precisa transmitir o que deseja alcançar, o que seu orçamento permite e, no fim, você precisará ser capaz de confiar nas recomendações de seu especialista.

    Experiência
    Os profissionais de TI especializados em trabalhar com pequenas empresas possuem experiências com soluções planejadas para pequenas empresas. Eles também entendem as limitações de recursos que as pequenas empresas geralmente enfrentam. No final das contas você esta buscando tranquilidade. Tenha certeza que seu especialista de TI pode lhe dar isso.

    A OCI IT Services é um exemplo deste tipo de prestador de serviços. Atuando desde 1998 com TI e há mais de 10 anos especificamente neste segmento. Percebendo a carência do mercado e a necessidade de suporte profissional e especializado que faltava aos pequenos empresários, a OCI adaptou seu conhecimento e sua mão-de-obra para este segmento.

    Nem por isso deixou de oferecer qualidade e tecnologia de ponta. O conhecimento técnico e profissional aplicado é o mesmo, independente do cliente. Ou seja, não é porque estamos atendendo uma empresa de pequeno porte que vamos usar menos conhecimento. O Windows Small Business Server, o servidor da Microsoft para pequenas empresas agrega um conjunto de ferramentas e tecnologias que exigem mão-de-obra extremamente qualificada.

    Portanto a contratação da empresa certa pode muitas vezes encontrar a solução para o seu negócio com mais facilidade e praticidade, a um custo menor. Uma dica interessante é não esperar que algo dê errado para procurar uma solução. Realize manutenções e revisões preventivas em seu sistema, evitando que o mesmo possa sofrer alguma pane mais previsível (sim, a maioria dos problemas de informática são facilmente previsíveis).

    A mão-de-obra fixa na empresa pode ser resumida a profissionais de nível 1, aquele que irá atender aos chamados dos próprios usuários.

    Grande Abraço!

    Outsourcing: aprendendo com as médias empresas

    Estudo aponta que as menores conquistam mais resultados ao terceirizar serviços em comparação com as grandes. Saiba o porquê?

    Enquanto a maioria das empresas de médio porte se move lentamente para a terceirização de TI em comparação com grandes companhias, uma pesquisa recente mostra que elas podem registrar mais benefícios em relação às maiores ao passar seus serviços de TI para as mãos de terceiros.
    Levantamento realizado com 227 usuários de terceirização conduzido pela consultoria HfS Research e pela London School of Economics, identificou que 63% das médias empresas adeptas do outsourcing disseram que a iniciativa foi bem-sucedida para conquistar redução de custos. Nas grandes companhias, 44% afirmaram que atingiram esse objetivo.
    Outro dado da pesquisa aponta que 42% das médias usuárias de terceirização obtiveram sucesso com questões regulatórias e de compliance. Nas grandes, o número foi de 30%.
    Além disso, 33% das médias companhias disseram que a terceirização viabilizou eficácia nas operações globais. Já nas maiores, esse percentual foi de 18%. No quesito prover novos processos de negócios, das menores, 30% apontaram que com a ajuda de terceirização essa tarefa foi agilizada, número superior quando comparado aos 17% das grandes.
    O resultado desperta uma pergunta. Por que as empresas menores registram mais ganhos com outsourcing? O fundador da HfS, Phil Fersht, responde. "Organizações de médio porte têm de agrupar mais processos para torná-los grandes o suficiente para justificar a atenção dos principais fornecedores de serviços", diz.
    Por outro lado, as grandes, aponta, com receita anual de 3 bilhões de dólares, tendem a terceirizar atividades ao longo de um período que se estende por anos. Nessa cronologia, explica, talvez o help desk seja o primeiro, seguido pelo teste de aplicativos, desenvolvimento de aplicativos e, finalmente, infraestrutura.
    “É um passo de cada vez. As menores não costumam fazer isso”, diz. “Raramente, as grandes organizações optam por uma abordagem ‘big bang’ de terceirização, ou seja, mais agressiva”, avalia Fersht.
    Companhias de médio porte que adotaram outsourcing como parte de suas estratégias têm seus próprios problemas, como sistemas legados e falta de talentos em TI. Mas por meio da terceirização é possível eliminar obstáculos internos.
    “Ter fornecedores de serviços qualificados para assumir as operações tem sido, em geral, uma experiência positiva para eles", diz Fersht. "Embora organizações de médio porte não consigam atingir o mesmo nível de redução de custos em comparação com as grandes, elas claramente desfrutam dos benefícios do acesso a tecnologias de ponta e especialistas em processos".
    Para os fornecedores de outsourcing que tradicionalmente focam nas grandes, Fersht dá a dica. “O mercado de médias empresas é um campo de testes potencial para criar rápidas implementações e modelos padronizados de terceirização.”
    "Os provedores precisam atacar esse setor para desenvolver um portfólio equilibrado de clientes", finaliza Fersht.

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